segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Parte 2 - Mulheres Negras.

Chica da Silva


Franscisca da Silva de Oliveira nasceu entre 1731 e 1735, os historiadores não sabem ao certo o ano. Nasceu no Arraial do Milho Verde, atualmente cidade de Serro no interior de Minas Gerais.

Chica da Silva era filha de um português e de uma africana, seu pai se chamava Antônio Caetano de Sá e sua mãe Maria da Costa (o sobre nome “da costa” vem do lugar que Maria morava, Costa da Mina, no continente africano).

Antônio Caetano de Sá, pai de Chica da Silva não deu alforria para a filha que foi vendida para um médico chamado Manuel Pires Sardinha que morava em Arraial do Tijuco que atualmente e a cidade de Diamantina.

Naquela época os abusos cometidos pelos portugueses contra as mulheres escravizadas eram comum, e Manuel Pires Sardinha acabou sendo o pai do primeiro filho de Chica da Silva Simão Pires, ele não registrou como filho mais o colocou no seu testamento.

Chica da Silva foi vendida em 1753 para João Fernandes de Oliveira e alguns meses depois foi alforriada e os dois assumiram uma relação. João Fernandes de Olivera era um dos homens mais ricos de toda colônia, e sua relação durou ate 1770, o casal teve trezes filho no total.

Chica da Silva freqüentava os círculos sociais da época e possuía muitas casas, ela também se associou a quatro irmandades religiosas o que era muito importante para as mulheres da época.

A relação de Chica da Silva e João Fernandes tiveram uma relação estável ate 1770, quando o pai de João Fernandes faleceu então ele voltou para Portugal e ficou lá até a sua morte por volta de 1776.

Chica da Silva tem uma historia bastante criticada, pois essas criticas vem de uma época cheia de preconceitos e racismo, que procura desmerecer os feitos das mulheres ainda mais quando são negras.

Chica da Silva morreu em 15 de fevereiro de 1796, as causas são desconhecidas ela foi enterrada na tumba 16 da Igreja de São Francisco de Assis, aonde apenas pessoas brancas eram enterradas mais graças a sua riqueza foi muito importante para a sua aceitação na sociedade.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Parte 1 - Emponderamento Feminino.

Emponderamento Feminino

           

Ao longo do tempo as mulheres foram excluídas do mundo público e político, por isso e fundamental falar sobre o Emponderamento feminino dando voz as mulheres. A desigualdade de gênero ainda e uma realidade que as mulheres vivenciam.

As chamadas diferenças “naturais” que foram construídas socialmente entre o sexo feminino e masculino só reforçam a desigualdade, e isso tem se tornado uma barreira para as mulheres que diariamente sofrem violência, falta de recursos econômicos, educativos e não ocupam espaços políticos de decisão.

O patriarcado vem sendo utilizado como base para a subordinação feminina, aonde a mulher e vista como um ser frágil e incapaz de trabalhar em cargos de grande importância, para que essa realidade seja mudada as mulheres precisão entender o seu verdadeiro papel na sociedade, questionando o verdadeiro valor das mulheres.

Com todas essas mudanças ocorreu um movimento chamado Emponderamento Feminino. O Emponderamento feminino e o ato de se expressar, através de ações que valorizam as mulheres, e desenvolver a consciência coletiva sobre o papel da mulher na sociedade. Esse movimento tem como objetivo dar voz as mulheres e buscar a igualdade de oportunidades no campo trabalhista e formas de dizer não a desigualdade de gênero.

As mulheres têm sido desmotivadas diariamente na sociedade, então nesse contexto o Emponderamento feminino propõe novos olhares sobre a mulher e sua participação ativa em um nível mais amplo como na política e na economia. Devemos refletir sobre as relações existentes de poder entre os homens e as mulheres e buscar novas maneiras de mudar essa relação diante da sociedade construindo uma democracia com base na igualdade de gênero.

Parte 1 - Emponderamento Feminino.

Emponderamento Feminino             Ao longo do tempo as mulheres foram excluídas do mundo público e político, por isso e fundamental falar ...